Melhorar a educação é um dos desafios do Brasil, que apresenta hoje altos índices de abandono escolar, de alunos com mais de dois anos de atraso em relação a sua série ideal e de analfabetismo. E a tecnologia pode fazer a diferença para transformar esse cenário – motivo pelo qual a categoria Educação, do Campus Mobile, apoia iniciativas para dispositivos móveis capazes de melhorar o processo de ensino e aprendizagem e de envolver os alunos com o universo dos estudos.

“A Educação tem muitos atores diferentes: professores, gestores e estudantes de idades diversificadas. Isso sem falar dos formatos de aprendizagem, como educação formal, educação informal e educação continuada. Cada um desses contextos tem demandas específicas a se atender, como pais atuando no aprendizado de suas crianças até ferramentas de gestão para espaços escolares ou museus. Quem quiser trabalhar com projetos nesse campo encontrará várias pequenas necessidades ao olhar para o cotidiano desses atores”, recomenda o engenheiro e tutor do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI-USP), Leandro Biazon.

A categoria foi criada em 2012 e, desde então, vem revelando inovações para aplicativos móveis relevantes e criativas. “Por meio da tecnologia, é possível tornar a escola mais inclusiva, interessante, aprimorar o desempenho do aluno, facilitar a vida do professor e inibir a evasão escolar”, complementa o gerente de projetos do Instituto Claro Net Embratel, Flávio Rodrigues.

A categoria Educação está alinhada com o objetivo 4 dos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), que tem o intuito de pautar políticas socioambientais até o ano de 2030. Esta meta visa assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.

A educação também é um dos pilares do Instituto NET Claro Embratel, que possui mais de 54 mil alunos beneficiados por seus projetos educacionais. O mais recente é o apoio à ação Trajetórias de Sucesso, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O objetivo é produzir e testar tecnologias educacionais para o desenvolvimento de currículos específicos para adolescentes em situação de atraso escolar no Brasil. A parceria tem a meta de reduzir, até 2021, em 20% a distorção idade-série em 12 municípios pilotos.

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