Os telefones celulares podem ser grandes parceiros do monitoramento individual da exposição à poluição do ar. Contudo, o campo ainda carece de inovações em mobile, segundo uma análise realizada pela Universidade de Tecnologia de Brisbane, na Austrália, em 2018.

Os pesquisadores analisaram o primeiro e único celular disponível no mercado que é equipado com sensores de poluição do ar (PM2,5 e VOC), o BROAD Life. O equipamento se mostrou eficiente para monitorar ambientes com alta concentração de poluentes. Porém, foi inadequado para áreas da cidade relativamente limpas.

“Existem situações e microambientes que os indivíduos poderiam evitar se conhecessem as concentrações de poluentes e também estivessem cientes do risco causado pela exposição a elas. Isto inclui, por exemplo, a proximidade às emissões de veículos, como cafés de rua ou durante caminhadas e corridas em estradas movimentadas”, explica o artigo.

De fora para dentro

O estudo também concluiu que o desenvolvimento de uma tecnologia voltada para ambientes internos poderia beneficiar os moradores das cidades em um futuro próximo. “Isto inclui o monitoramento em ambientes internos afetados por emissões de combustão, como fumo, queima de velas e fogo”, lista.

“Para tornar isso possível, no entanto, o telefone precisaria ser equipado com um sensor sensível a toda a faixa de concentração de poluentes encontrada em ambientes internos, abrangendo também baixas concentrações. Este é um campo onde o telefone seria útil”, defende.

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