Leonardo Valle

Se no passado as notícias falsas se espalhavam pela internet por meio de e-mails, hoje, o uso de redes sociais e aplicativos de mensagens fazem com que os boatos sejam compartilhados de forma massificada e alcancem um número maior de usuários. Por esse motivo, o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) disponibilizou online um fascículo dedicado ao tema.

A publicação é gratuita e tem como objetivo atualizar informações publicadas, anteriormente, na Cartilha de Segurança para Internet da instituição. “A expansão do acesso à internet, naturalmente, gerou um maior alcance de boatos. A partir disso, notamos a necessidade de detalhar os problemas causados pelo compartilhamento de mensagens falsas, como identificá-las e combatê-las”, assinala a gerente do CERT.br, Cristine Hoepers.

No início, os boatos eram conhecidos como hoaxes. Há também os boatos popularmente conhecidos como “corrente”, e agora, as fake news, termo geralmente associado a notícias que tentam se passar por reportagens jornalísticas verdadeiras e que possuem conteúdo falso, impreciso ou distorcido. Além disso, a publicação alerta para as consequências legais de repassar um conteúdo falso.

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