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À medida que o verão se aproxima, os habitantes das grandes cidades brasileiras costumam ter mais uma preocupação dentre tantas que a vida em uma metrópole proporciona: as enchentes. “Eu brinco que a ‘Capela’ tem dois grandes piscinões: a Guarapiranga e a Billings”, afirma o subprefeito da Capela do Socorro, bairro na zona sul de São Paulo (SP), João Batista de Santiago, referindo-se às duas represas que circundam a região e cujo transbordamento em alguns pontos alaga as vias locais.

Recentemente, uma das técnicas inovadoras utilizada para minimizar o problema das enchentes são os chamados jardins de chuva ou jardins alagados. Criada pelo agricultor zimbabuano Zephaniah Phiri Maseko para reter a umidade no solo seco de sua propriedade no interior do país africano, a técnica chegou ao conhecimento de arquitetos e urbanistas, que a tem utilizado em áreas urbanas para drenar as águas das chuvas.

Na prática, a instalação de um jardim de chuva na cidade consiste em retirar parte da cobertura de concreto de áreas com problemas de alagamento e introduzir, ali, um jardim apropriado para absorver o excesso de água. “Eles são basicamente como canteiros rebaixados. Então, captam a água da superfície, pode ser do solo, de telhados, e voltam a infiltrar a água das chuvas nos solos”, explica o arquiteto Fernando Sassioto. Veja mais no vídeo!

Confira o vídeo com audiodescrição:

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