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“Oferecer educação integral, no mínimo, em 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos(as) alunos(as) da educação básica”. Esse é o objetivo descrito na meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE), que trata sobre a oferta de educação integral.

“Mais recentemente o uso da expressão educação integral tem sido vinculado à extensão da jornada escolar”, aponta o professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Elie Ghanem. “Porém, é possível oferecer educação integral em apenas um turno.”

Nesse sentido, Ghanem afirma que apenas ampliar a jornada escolar, sem uma oferta mais aprofundada em termos pedagógicos, pode não ser a melhor alternativa, já que “amplia as características de confinamento, mesmo de prisão” já sentida por jovens na escola.

Na entrevista, o pesquisador também fala sobre as primeiras experiências de educação integral no país e analisa a atuação de oficineiros.

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