Aproximar o pensar do fazer ou, em palavras mais conhecidas, botar a mão da massa, na linha do “faça você mesmo”. Essa pode ser, de maneira simplificada, a definição do que é a cultura maker, movimento que busca aliar teoria e prática para o desenvolvimento dos mais diversos projetos e que vem ganhando força em escolas e empresas ao redor do mundo, graças ao barateamento de tecnologias digitais que permitem o acesso a ferramentas de programação e prototipagem.
Entusiasta da tecnologia e atenta a essa tendência, Elisângela de Carvalho, professora orientadora de Informática, resolveu fazer das suas aulas de projeto na EMEF José Hermínio Rodrigues, na zona norte de São Paulo, um laboratório de experimentação. Nessas aulas, desde 2015, a garotada aprende a programar e construir robôs e outros mecanismos que desempenham diferentes tarefas. Com isso, eles aprendem a colocar em prática conceitos vistos em aulas de Matemática e Física, por exemplo. O projeto serviu de inspiração para outras escolas da rede, que agora contam com apoio da secretaria para desenvolver esse tipo de trabalho.

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