Conteúdos

– Observar o conflito interior da personagem e a prosa intimista
– Expor a personagem central e seu narrador onisciente
– Analisar os conflitos sociais e a adaptação do migrante nordestino no sudeste do país
– Analisar o desfecho final e comparar com o título do livro

Objetivos

– Conhecer a autora e sua importância para a literatura brasileira
– Aprender sobre o movimento literário que influenciou Clarice Lispector
– Analisar a obra “A Hora da Estrela”

Previsão para aplicação:
4 aulas (50 min/aula)

1ª Etapa: A autora e sua importância para a literatura brasileira

Nesta primeira aula, o(a) professor(a) deverá apresentar a importância da autora na literatura brasileira e discorrer brevemente sobre sua vida e obra. Ao abordar as questões iniciais sobre a autora, o(a) professor(a) deverá apontar os aspectos estilísticos que a mesma mobiliza para caracterizar sua narrativa.

Como sondagem inicial, o(a) professor(a) poderá apresentar Clarice por meio de fotos e vídeos:

Vídeo “BIOGRAFIAS – Clarice Lispector”. Acesso em: 21 de setembro de 2019.

Fonte da imagem. Acesso em: 20 de setembro de 2019.

Fonte da imagem. Acesso em: 20 de setembro de 2019.

Clarice Lispector, nascida na Ucrânia em 1920, desembarca no Brasil ainda jovem na década de 20 e cresce sob a influência de um país em transição. Uma das escritoras mais destacadas na literatura brasileira e mundial, possui diversas obras e tem tradução em mais de 10 idiomas. Sua escrita tem um tom mais intimista e seu estilo de escrita gira em torno do conflito interior das personagens.

Clarice Lispector escreveu diversos romances, contos e crônicas durante sua vida. As obras mais conhecidas da autora são:

– “Perto do Coração Selvagem” (1943)
– “Laços de Família” (1960)
– “A Legião Estrangeira” (1964)
– “A Paixão segundo G.H.” (1964)
– “Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres” (1969)
– “O Ovo e a Galinha” (1977)
– “A Hora da Estrela” (1977)

Para conhecer outras obras de Clarice, recomendamos os links:

– Vida e Obra de Clarice Lispector. Acesso em: 21 de setembro de 2019.
Clarice Lispector. Acesso em: 21 de setembro de 2019.

Como sugestão de dever de casa, peça aos estudantes que assistam ao filme “A hora da Estrela”, de Suzana Amaral. Acesso em: 22 de setembro de 2019.

2ª Etapa: Apresentar o modernismo (3ª fase) e a obra “A hora da Estrela”

Nesta segunda aula, o(a) professor(a) deverá abordar o modernismo, apontando as características dessa escola literária e como ela aparece na obra de Clarice.

O modernismo 3ª fase ou Geração de 45 tem início no término da Segunda Guerra Mundial, em 1945, onde o mundo era dividido em dois eixos. No Brasil, Getúlio Vargas sai momentaneamente do poder, abrindo espaço para novos escritores explorarem novas formas literárias. Guimarães Rosa se aproxima da linguagem regionalista, enquanto autores como João Cabral de Melo Neto aprofundava sua busca pela forma poética e seu rigor estético. Clarice Lispector e Lygia Fagundes Telles se aproximaram do conflito psicológico e da prosa intimista. Para saber mais, acesse o link “Modernismo (terceira geração)”. Acesso em: 22 de setembro de 2019.

Sugerimos a exibição do vídeo “Modernismo | Quer que desenhe | Descomplica”. Peça aos estudantes que anotem as principais características do movimento literário. Acesso em: 23 de setembro de 2019.

Após a exibição, inicie um debate com os estudantes sobre as características do modernismo e como elas podem estar presentes na obra de Clarice. Algumas questões poderão ser abordadas:

– Quais as características do modernismo da terceira geração? Respostas esperadas: Poesia com rigor das antigas formas, com valorização de rimas e vocabulário erudito; prosa intimista; volta para o psicológico do ser humano; questionamentos existenciais.
– Quais delas podem estar presentes no livro “A hora da Estrela”? Respostas esperadas: Prosa intimista; volta para o psicológico do ser humano; questionamentos existenciais.

Assim que os alunos terminarem a discussão, o(a) professor(a) poderá fazer um resumo sobre o livro de análise. Comentar:

– Apresentar as personagens da trama;
– Fazer observações em relação ao narrador da obra;
– Fazer um breve resumo do livro;
– Indicar novamente aos estudantes a leitura do livro e assistir ao filme de Suzana Amaral;
Link “‘A hora da estrela’ – Resumo da obra de Clarice Lispector”. Acesso em: 24 de setembro de 2019.

3ª Etapa: Abordando o livro “A hora da Estrela”

Nesta etapa, a atividade dos alunos consistirá em fazer uma análise do livro, o(a) professor(a) poderá iniciar a aula exibindo alguns trechos do filme “A hora da Estrela”, de Susana do Amaral para introduzir as questões das personagens. Acesso em: 22 de setembro de 2019.

O romance, publicado em 1977, retrata a vida da jovem Macabéa, migrante nordestina que chega ao Rio de Janeiro e arruma um trabalho de datilógrafa. Mora em uma república com outras mulheres, porém, ainda muito inexperiente, acaba se auto descobrindo num jogo de narrativa psicológica e a ausência de sentido da vida.

Macabéa é a representante da invisibilidade na sociedade urbana, totalmente despreparada para lidar com os enfrentamentos da vida, acaba alcançando sua glória somente no momento de sua morte. Incapaz de entender a própria infelicidade anônima, a personagem toma vida a partir do narrador onisciente em 1ª pessoa (Rodrigo S.M), que a observa e sente a necessidade de dar voz àquela que nunca seria vista.

TRECHO:

Não se trata apenas de narrativa, é antes de tudo vida primária que respira, respira, respira. Material poroso, um dia viverei aqui a vida de uma molécula com seu estrondo possível de átomos. O que é mais do que invenção, é minha obrigação contar sobre essa moça entre milhares delas. E dever meu, nem que seja de pouca arte, o de revelar-lhe a vida. (C.L, p.23)

Rodrigo S. M é o narrador que conta a história da jovem nordestina, preocupado em aprofundar o olhar na vida de Macabéa, na tentativa de expurgar o que mais incomoda nele próprio, o incômodo de viver sem ser percebido.

TRECHO:

Porque há o direito ao grito. Então eu grito. Grito puro e sem pedir esmola. Sei que há moças que vendem o corpo, única posse real, em troca de um bom jantar em vez de um sanduíche de mortadela. Mas a pessoa de quem falarei mal tem corpo para vender, ninguém a quer, ela é virgem e inócua, não faz falta a ninguém. Aliás – descubro eu agora – eu também não faço a menor falta, e até o que escrevo um outro escreveria. Um outro escritor, sim, mas teria que ser homem porque escritora mulher pode lacrimejar piegas. (CL, p.23).

Preocupado com o ato de escrever, tenta se justificar durante toda a narrativa sobre a dificuldade da escrita e algumas vezes faz reflexões sobre sua própria vida fragmentada.

TRECHO:

Escrevo por não ter nada a fazer no mundo: sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens. Escrevo porque sou um desesperado e estou cansado, não suporto mais a rotina de me ser e se não fosse sempre a novidade que é escrever, eu morreria simbolicamente todos os dias. Mas preparado estou para sair discretamente pela saída da porta dos fundos. Experimentei quase tudo, inclusive a paixão e o seu desespero. E agora só quereria ter o que eu tivesse sido e não fui. (CL p.29)

Os outros personagens, Olímpico de Jesus, Glória e a Cartomante, formam o lado ambicioso da trama. Cada um com seus objetivos, utilizam a inexperiência da jovem para conseguir qualquer benefício próprio.

Olímpico de Jesus foi um quase namorado de Macabéa, encontrava-se com ela somente para contar vantagens e procura obter ascensão social a qualquer custo. Não gostava dela, porém a nordestina o fazia ter mais autoestima e se sentir melhor que alguém. Depreciava sua presença, porém necessitava de seu olhar para não ser invisível.

TRECHO:

Da terceira vez em que se encontraram — pois não é que estava chovendo? — o rapaz, irritado e perdendo o leve verniz de finura que o padrasto a custo lhe ensinara, disse-lhe:
– Você também só sabe é mesmo chover!
– Desculpe. (C.L, p.50)

Glória, colega de trabalho e de quarto de Macabéa, é interesseira e usa a sensualidade para conquistar seus privilégios. Acaba traindo Macabéa e fica com Olímpico. Indica uma Cartomante para a colega, a fim de descobrir seu destino.

TRECHO:

Glória, talvez por remorso, disse-lhe:
– Olímpico é meu, mas na certa você arranja outro namorado: Eu digo que ele é meu porque foi o que a minha cartomante me disse e eu não quero desobedecer porque ela é médium e nunca erra. Por que você não paga uma consulta e pede pra ela te pôr as cartas?
– É muito caro? (C.L, p73).

Já Madame Carlota, a Cartomante, é mais uma personagem dentre tantas outras que tenta sobreviver no mundo moderno. Precisa da atenção da jovem para contar sua história de vida para assim poder existir. Muito experiente na vida, madame Carlota narra sua trajetória de vida até chegar onde está, uma cartomante. Usa a inocência das pessoas para que acreditem em sua mediunidade.

TRECHO:

Olha, quando eu era mais moça tinha bastante categoria para levar vida fácil de mulher. E era fácil mesmo, graças a Deus. Depois, quando eu já não valia muito no mercado, Jesus sem mais nem menos arranjou um jeito de eu fazer sociedade com uma coleguinha e abrimos uma casa de mulheres. Aí eu ganhei dinheiro e pude comprar este apartamentozinho térreo. Larguei a casa de mulheres porque era difícil tomar conta de tantas moças que só faziam era querer me roubar. Você está interessada no que eu digo?
– Muito.
– Pois faz bem porque eu não minto. Seja também fã de Jesus porque o Salvador salva mesmo. Olhe, a polícia não deixa pôr cartas, acha que estou explorando os outros, mas, como eu lhe disse, nem a polícia consegue desbancar Jesus. (C.L, p.76)

Abra discussão ao final da aula para os estudantes ampliarem seus conhecimentos sobre os trechos.

4ª Etapa: Continuação da leitura do livro e atividade

Na última etapa da análise, o(a) professor(a) poderá retomar a aula com algumas entrevistas da autora para ambientar os estudantes no universo de Clarice: vídeo “Panorama com Clarice Lispector”

Ou poderá iniciar a aula com a música do grupo Pato fu – A hora da Estrela. Acesso em: 22 de setembro de 2019.

Podemos observar no livro uma outra dimensão que está presente na narrativa, o migrante nordestino. A migração nordestina ao sul no século XX se intensificou a partir dos anos 70, atraídos por um forte processo de urbanização e industrialização. No link a seguir, o(a) professor(a) poderá acessar o texto “Século XX: 70 anos de migração interna no Brasil”. Acesso em: 22 de setembro de 2019.

Macabéa,  representante desse fluxo migratório, chega ao Rio de Janeiro aos 19 anos fugindo de uma região marcada por grandes desigualdades. Ao escrever a história de Macabéa, Clarice dá visibilidade a essa mulher que, como muitas outras, vivem marginalizadas pela sociedade marcada pelo preconceito.

No texto “Macabéa: uma imigrante subalterna emudecida e invisibilizada”, o(a) professor(a) poderá se aprofundar no tema da invisibilidade da personagem. Acesso em: 23 de setembro de 2019.

Para finalizar a leitura do livro e explicar o desfecho, o(a) professor(a) poderá abordar com os estudantes sobre o título do livro e como ele se relaciona com o final.

TRECHO:

Então ao dar o passo de descida da calçada para atravessar a rua, o Destino (explosão) sussurrou veloz e guloso: é agora é já, chegou a minha vez! E enorme como um transatlântico o Mercedes amarelo pegou-a — e neste mesmo instante em algum único lugar do mundo um cavalo como resposta empinou-se em gargalhada de relincho. Macabéa ao cair ainda teve tempo de ver, antes que o carro fugisse, que já começavam a ser cumpridas as predições de madama Carlota, pois o carro era de alto luxo. Sua queda não era nada, pensou ela, apenas um empurrão. Batera com a cabeça na quina da calçada e ficara caída, a cara mansamente voltada para a sarjeta. E da cabeça um fio de sangue inesperadamente vermelho e rico. O que queria dizer que apesar de tudo ela pertencia a uma resistente raça anã teimosa que um dia vai talvez reivindicar o direito ao grito. […]
Ficou inerme no canto da rua, talvez descansando das emoções, e viu entre as pedras do esgoto o ralo capim de um verde da mais tenra esperança humana. Hoje, pensou ela, hoje é o primeiro dia de minha vida: nasci. (C.L. p.81, 82)

Assim que Macabéa sai da casa da cartomante é atropelada por um carro de luxo, na perspectiva de Macabéa esse é o primeiro momento de sua vida, e a partir dele ela teria sua grande chance de ser alguém. Porém, na verdade, esse foi o único momento de glória da sua insignificância. Somente morta poderia ser vista, o momento único de poder brilhar como uma estrela.

Atividade

Nessa etapa, os estudantes serão orientados a responderem à questão abaixo, comentando a resposta. (Fonte da questão: link Educação Globo.com. Acesso em: 21 de setembro de 2019).

1. (ENEM 2013) Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o quê, mas sei que o universo jamais começou.(…)

Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-pré-história já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos – sou eu que escrevo o que estou escrevendo. […] Felicidade? Nunca vi palavra mais doida, inventada pelas nordestinas que andam por aí aos montes.

Como eu irei dizer agora, esta história será o resultado de uma visão gradual – há dois anos e meio venho aos poucos descobrindo os porquês. É visão da iminência de. De quê? Quem sabe se mais tarde saberei. Como que estou escrevendo na hora mesma em que sou lido. Só não início pelo fim que justificaria o começo – como a morte parece dizer sobre a vida – porque preciso registrar os fatos antecedentes.

LISPECTOR, C. A hora da estrela. Rio de Janeiro:  Rocco, 1998 (fragmento).

A elaboração de uma voz narrativa peculiar acompanha a trajetória literária de Clarice Lispector, culminada com a obra “A hora da estrela”, de 1977, ano da morte da escritora. Nesse fragmento, nota-se essa peculiaridade porque o narrador

a) observa os acontecimentos que narra sob uma ótica distante, sendo indiferente aos fatos e às personagens.
b) relata a história sem ter tido a preocupação de investigar os motivos que levaram aos eventos que a compõem.
c) revela-se um sujeito que reflete sobre questões existenciais e sobre a construção do discurso.
d) admite a dificuldade de escrever uma história em razão da complexidade para escolher as palavras exatas.
e) propõe-se a discutir questões de natureza filosófica e metafísica, incomuns na narrativa de ficção.

Alternativa correta: C.

Comentário

A particularidade da voz narrativa de Clarice Lispector surge neste fragmento de “A hora da estrela” em um sujeito que, com a visão crítica da linguagem, ao invés de narrar, tece reflexões sobre questões existenciais (como se estivesse em crise) quando diz “Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas, continuarei a escrever.”, e sobre a própria construção do discurso, como texto, quando diz “como eu irei dizer agora, esta história…”.

2. A respeito da obra da escritora Clarice Lispector, é correto afirmar:

(Fonte da questão: site Mundo Educação. Acesso em: 22 de setembro de 2019)

I. Apresentou poucas inovações em relação à linguagem, revelando ainda uma grande preocupação em dar continuidade às transformações literárias oriundas do Movimento Modernista.
II. Embora nunca tenha aceitado o rótulo de “escritora feminista”, Clarice explorava em seus contos e romances o universo feminino através de personagens quase sempre urbanas.
III. Clarice destacou-se por sua poesia sensual e social, mostrando o sensualismo da vida cotidiana nos diversos poemas sobre o amor e a mulher.
IV. Um dos aspectos inovadores da prosa de Clarice Lispector é o fluxo de consciência, técnica que rompe com os limites espaço-temporais responsáveis por garantir a verossimilhança em uma narrativa.
V. Clarice foi responsável por introduzir em nossa literatura técnicas de expressões novas, subvertendo a estrutura dos gêneros narrativos tradicionais.

Assinale a alternativa correta:

a) Apenas I e III estão corretas.
b) Apenas II e III estão corretas.
c) Apenas II e V estão corretas.
d) Apenas I, II e IV estão corretas.
e) Apenas II, IV e V estão corretas.

Alternativa correta: E.

Materiais Relacionados

1) Recomenda-se que o(a) professor(a) tenha o conhecimento básico do livro e trabalhe com a publicação LISPECTOR, Clarice. A hora da Estrela. 23ª edição. Acesso em: 17 de setembro de 2019.

2) Indicamos o vídeo “Clarice Lispector e o Efeito do Estranhamento | Noemi Jaffe”. Acesso em: 18 de setembro de 2019.

3) Para conhecer mais sobre a vida e obra da autora sugerimos, o link Clarice Lispector, do Instituto Moreira Salles. Acesso em: 20 de setembro de 2019.

4) Podcast com a doutora em letras da Universidade de São Paulo, Yudith Rosenbaum: “Como apresentar a obra de Clarice Lispector para os alunos?”. Acesso em: 21 de setembro de 2019.

5) Para apresentar sobre o modernismo 3ª geração, movimento literário que influenciou suas obras, indicamos os links a seguir:

Modernismo. Marta Rossetti. Acesso em: 20 de setembro de 2019.
– Modernismo, pós-modernismo e vapor. T.J. Clark. Acesso em: 21 de setembro de 2019.

6) Para apresentar a questão da migração nordestina ao sudeste, indicamos o texto “Migrantes nordestinos na literatura brasileira”. Acesso em: 20 de setembro de 2019.

Arquivos anexados

  1. Plano de aula – “A Hora da Estrela”, de Clarice Lispector

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