Leonardo Valle

Orientar os profissionais de segurança pública na abordagem de gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, travestis e intersexuais (LGBTI). Esse é a finalidade da cartilha elaborada pela Secretaria de Segurança Pública, do governo do Distrito Federal, que está disponível gratuitamente na internet.

A publicação “Segurança Pública e LGBT” aborda temas como o respeito ao nome social e o enquadramento de transexuais na Lei Maria da Penha, assim como a proibição de termos que atinjam a dignidade humana. O objetivo é humanizar o tratamento dado a essa população, tanto na posição de vítima quanto de suspeito. As orientações abrangem a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros e Detran.

Ainda segundo o material, “é importante para todas as ocasiões: perguntar como a pessoa LGBT gostaria ser chamada; nunca utilizar termos jocosos quando abordar uma pessoa LGBT; empregar pronomes de tratamento Senhor e Senhora, de acordo com sua identidade de gênero, e sempre utilizar o termo feminino para se referir às travestis”. Para completar, o documento traz definições didáticas sobre as diferenças entre orientação sexual e identidade de gênero.

Crédito da imagem: reprodução cartilha “Segurança Pública e LGBT”

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